A rede de hotéis Moov realizará novos investimentos no setor tanto no Brasil como em Portugal

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O grupo Endutex prepara-se para realizar novos investimentos no setor de hotelaria tanto no Brasil como em Portugal, onde pretende abrir em Lisboa os seus primeiros hotéis Moov, marca hoteleira lançada em 2011 num conceito que combina baixo preço e localização central. A rede já marca presença no Porto (duas unidades) e em Évora (uma).

Em simultâneo, está também a reforçar presença no Brasil, onde já explora um espaço em Curitiba, e está a estudar oportunidades de expansão na Europa. Os investimentos em curso ultrapassam os 25 milhões de euros e integram também a aposta em apartamentos turísticos na Invicta. Até ao final do ano, entrará em operação o Moov Oeiras, um hotel com 115 quartos e cujo investimento ascende a seis milhões de euros, revelou André Ferreira, administrador da Endutex Hotéis. A arrancar está o Moov Parque das Nações, que será a maior unidade do grupo, com 180 quartos, e que irá implicar um dispêndio de dez milhões a concluir até meados de 2020. Em perspetiva está a construção de mais um hotel em Matosinhos, que se encontra em fase de licenciamento, com 112 quartos e, numa fase mais precoce, a expansão para Guimarães e Braga.

Depois da abertura do Moov Curitiba, no fim de 2018, o grupo está agora centrado na construção de um hotel de 156 quartos em Porto Alegre, Brasil, num investimento da ordem dos 6,8 milhões, que deverá estar concluído no final do próximo ano (2020). Entretanto, já fechou negócio para a edificação de uma unidade em São Paulo e tem mais três localizações de cidade em negociação.

André Ferreira da Endutex_Moov Hotel

Foto: André Ferreira, administrador, está a olhar para a Europa. Fotografia:: Cristiana Milhão/Global Imagens



A situação econômica e política do Brasil não perturba os planos da Endutex. “O grupo tem presença industrial no Brasil há 20 anos, conhecemos bem o mercado e os projetos hoteleiros não são de curto prazo”, justificou André Ferreira. O país “está numa situação de baixa de ciclo, mas também nos demos bem a investir em Portugal quando estava em crise”, disse. E acrescentou: “Aqui em Portugal já estamos a ver cidades secundárias. No Brasil, só as capitais de Estado são muitas mais. O mercado interno é muito forte e vai permitir consolidarmos a marca.”

Leia a matéria completa no site do DINHEIRO VIVO.PT.

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