Governo do Paraná e Banco Mundial se reúnem para avançar no Programa de Segurança Hídrica

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Foto: Victor Guimarães / SEPL



O Governo do Paraná e o Banco Mundial deram início à Missão de Preparação Técnica do Programa de Segurança Hídrica (PSH). Iniciada com reuniões online, a missão teve o primeiro encontro presencial nesta segunda-feira 23 de Março e se estenderão até o dia 27 de Março. Objetivos são preparar a documentação do programa a ser enviada ao governo federal, discutir os arranjos do projeto e supervisionar as atividades de 2026 financiadas por fundos retroativos ou fundos de contrapartida.

Os encontros contam com as participação das secretarias estaduais do Planejamento (SEPL), da Agricultura e do Abastecimento (SEAB), das Cidades, da Administração e Previdência (SEAP) e da Fazenda (SEFA), do Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR-PR), do Instituto Água e Terra (IAT), da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) e da Sanepar, e acontecem na Sala de Situação da SEPL.

O Programa de Segurança Hídrica do Paraná é uma iniciativa do Governo do Estado, em parceria com o Banco Mundial, que busca garantir água em quantidade e qualidade para a população, indústria e meio ambiente, além de enfrentar os riscos relacionados a mudanças climáticas. O PSH prevê investimento de US$ 263 milhões, dos quais US$ 186 milhões financiados pelo Banco Mundial e US$ 77 milhões são contrapartida do Estado. O programa também fortalece a participação social e a governança, unindo governo, municípios, produtores rurais e sociedade civil em torno da missão de proteger a água.

O secretário estadual do Planejamento, Ulisses Maia, destacou que a atual missão marca uma fase fundamental para o desenvolvimento do PSH. “É uma atividade de grande importância, pois concretiza cada vez mais esse programa que trará tantos benefícios a todos os paranaenses. São US$ 260 milhões em investimentos que serão revertidos em ações que vão melhorar o uso e a qualidade da água do Estado e, conseqüentemente, a vida da população”, comentou.

Além da documentação, nesse primeiro dia também foram debatidos temas relacionados ao acesso universal ao saneamento básico, dando ênfase ao saneamento rural, o que inclui a ampliação do acesso à água potável, o tratamento adequado de dejetos no meio rural e a implementação de um modelo de gestão comunitária.

Nos próximos dias também serão debatidas as intervenções na Bacia do Alto Iguaçu, localizada na Região Metropolitana de Curitiba, e outros planos de bacias e mananciais que enfrentam risco de contaminação.

Leia a matéria completa no site da AEN – Agência de Notícias do Paraná.

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