Porto de Sines aposta no potencial do agronegócio com o Brasil

Porto de Sines PT

(Foto: Jornal Económico)



O porto de Sines está apostando no potencial de desenvolvimento de atividades ligadas ao agronegócio com o Brasil, em particular na utilização das suas extensas áreas logísticas para essa vertente de atividade.

Esta nova vertente de atuação do porto de Sines tem sido desenvolvida na sequência da recente visita a Portugal – e ao porto alentejano – da ministra brasileira da Agricultura, Tereza Cristina, entre 12 e 14 de outubro.

Nessa visita oficial, a ministra brasileira da Agricultura encontrou-se com a sua homóloga portuguesa, Maria do Céu Albuquerque, e com vários responsáveis da AICEP e da AICEP Global Parques, tendo sido discutia a possibilidade de implantação em Sines de um terminal para exportação de frutas e carnes brasileiras para outros países europeus, para o norte de África e para o Médio Oriente.

Questionado pelo Jornal Econômico sobre quais os projetos potenciais para Portugal, Brasil e outros eventuais parceiros no setor agro-alimantar que poderão basear-se nas áreas logísticas do porto de Sines, o Ministério da Agricultura respondeu que “as novas dinâmicas do mercado internacional, nas quais o Brasil assume uma importância cada vez maior, fazem que seja cada vez mais importante rever o circuito logístico da agroindústria na Europa”.

“A utilização de um porto de águas profundas no sul do continente, possibilita, por um lado, operações de transbordo para o norte de África, o Mediterrâneo e a própria Europa atlântica e, por outro lado, a instalação em Sines, em condições muito competitivas, de projetos de cariz industrial e/ou logístico que acrescentem valor na cadeia logística agro-alimentar”, defende o ministério liderado por Maria do Céu Albuquerque.

Ainda de acordo com o Ministério da Agricultura, “Sines pode afirmar-se como um novo ‘hub’ europeu de agronegócio, tendo o Brasil como parceiro estratégico, em virtude do potencial oferecido pelo terminal ‘multipurpose’ [multiusos] para a movimentação de grãos (principalmente soja e milho), associado à disponibilidade de serviços de linha regular garantidos pelo terminal de contentores, ao que se junta a disponibilidade de áreas para instalação de projetos de agroindústria no porto e na ZILS [Zona Industrial e Logística de Sines]”.

Leia a matéria completa no site do Jornal Económico.

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