Centro de Portugal continua a crescer como destino turístico

Paisagem do Centro de Portugal - Castelo de Almourol

Paisagem do Centro de Portugal – Castelo de Almourol



Apesar do flagelo dos incêndios que devastou algumas regiões do Centro do país, Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal, revelou em conferência de imprensa durante o 43º congresso nacional da APAVT – Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo que ocorreu em Macau, que o Centro continua a crescer como destino turístico e a previsão aponta que será entre 16 e 17% este ano e “certamente de dois dígitos em 2018”.

“O Centro de Portugal foi fustigado em todas as áreas mas queremos afirmar que ainda temos infraestruturas, produtos, marcas que estão em perfeitas condições e que podem continuar a ser um destino privilegiado para o turismo, até porque temos um turismo de qualidade e não massificado”, adiantou. Pedro Machado admite mesmo que o Centro está a reerguer-se e a reabilitar-se.

Para isso, o responsável adianta que existem planos estratégicos para ultrapassar rapidamente os efeitos destrutivos dos incêndios, nomeadamente a reposição das infraestruturas atingidas, através de linhas de apoio, seja de tesouraria bem como de requalificação. Outra das estratégias passa por reforçar a diversidade dos produtos. “Não devemos esquecer que o Centro tem uma diversidade de produtos, alguns muitos fortes, nomeadamente o turismo religioso, o de atividades desportivas, sejam de mar e de serra”, adiantou.

Para colocar a região Centro no ‘centro’ das atenções, Fátima Vila Maior, diretora da Área de Feiras da FIL, revelou também em Macau, que o Centro de Portugal será o destino convidado na próxima edição da Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL que irá decorrer entre os dias 28 de fevereiro e 4 de março de 2018 na FIL, Parque das Nações.

“O Centro de Portugal é o que tem mais oferta e que nunca se esgota e pretendemos posicionar a região na BTL. Existe muito trabalho a fazer depois da tragédia e não será apenas nos meses seguintes mas também durante o ano de 2018”, explicou a responsável.

De facto, a zona Centro tem merecido uma atenção especial para ultrapassar a tragédia de Junho e Outubro, por parte do Governo. Ana Mendes Godinho, ontem durante a sua intervenção, mencionou que foi lançado um programa de captação de eventos e congressos e estão previstos 59 para 2018 e “acabámos de aprovar novas regras especiais para a captação de eventos e congressos para o interior do país para a zona dos incêndios”.

Leia a matéria completa no site da AICEP Portugal Global.

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