Empresários da CPLP pedem livre circulação de pessoas e bens entre os países membros

CPLP pede livre circulação de pessoas e bens entre os países membros

O presidente da Confederação Empresarial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), Salimo Abdula, solicitou no dia 09 de Maio de 2018 em Maputo que os governos dos países da organização se empenhassem mais na livre circulação de pessoas e bens, para o desenvolvimento econômico da comunidade.

Salimo Abdula defendeu que a organização deve trabalhar conjuntamente em prol de uma maior cooperação econômica e empresarial, quando falava durante a abertura da 1.ª Conferência Econômica do Mercado CPLP, que ocorreu em Maputo (Moçambique).

“O setor privado entende ser necessária uma melhor e maior articulação dos governos na supressão das barreiras administrativas e legais, que impedem a livre circulação de pessoas, de bens e capitais dentro dos nossos países irmãos”, disse Salimo Abdula.

As barreiras administrativas e legais, prosseguiu, são sem dúvida um entrave ao crescimento e desenvolvimento econômico e social dos países. Por seu turno, a secretária-executiva da CPLP, Maria do Carmo Oliveira, defendeu a criação de sinergias entre as empresas e empesários da comunidade, como forma de impulsionar o desenvolvimento econômico e social dos países.

“Se atuasse em conjunto, a CPLP seria a sexta maior economia do mundo”, disse Maria do Carmo Oliveira. Os países que constituem a comunidade têm potencial em recursos humanos, energia, agricultura, turismo e pesca, acrescentou.

“Os estados da CPLP ocupam no seu conjunto mais de 7% da superfície terrestre, são todos banhados por oceanos, possuindo todos eles amplas plataformas continentais”, afirmou.

A 1.ª Conferência Econômica do Mercado CPLP junta representantes das associações empresariais dos Estados da comunidade, para um debate sobre as potencialidades econômicas e empresariais e formas de superação dos obstáculos a uma maior cooperação no domínio dos negócios.

Integram a CPLP Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

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